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Atualizado em 2025
Na hora de se aposentar, muitas pessoas ainda acreditam em frases que parecem verdades absolutas, mas que podem causar sérios prejuízos. Quem nunca ouviu algo como:
“É só pagar o teto do INSS um ano antes que você se aposenta bem!”
“Contribua com dois salários que você vai receber exatamente isso lá na frente!”
“Peça logo a aposentadoria, senão a lei muda e você perde o direito!”
Se você já escutou essas orientações, este conteúdo é para você!
Como advogada previdenciarista, reuni 4 erros comuns que você precisa evitar se está se aproximando da tão esperada aposentadoria.
Vamos a eles:
1. Contribuir com valores altos pouco antes de se aposentar
Esse é um dos erros mais comuns — e mais caros.
Muitas pessoas acreditam que, ao começar a pagar o teto do INSS nos últimos meses antes da aposentadoria, terão direito a um benefício maior. Porém, o cálculo da média das contribuições considera todo o histórico desde julho de 1994. Ou seja, algumas contribuições altas no final não são suficientes para elevar significativamente a média.
Exemplo real: João contribuiu por 14 anos com um salário mínimo. Ao completar 15 anos, decidiu pagar o teto por 12 meses, investindo mais de R$ 15 mil. O resultado? Sua aposentadoria foi concedida no valor de um salário mínimo. Isso poderia ter sido evitado com um bom planejamento.
2. Não conhecer as regras das modalidades de aposentadoria
Hoje, existem diversas regras de transição e modalidades, especialmente após a Reforma da Previdência. Cada uma tem seus próprios requisitos, redutores e impactos no valor do benefício.
Sem conhecer essas regras, você pode acabar escolhendo uma opção menos vantajosa e comprometer sua renda futura.
3. Pedir a aposentadoria antes do momento ideal
O medo de mudanças na lei leva muitas pessoas a anteciparem o pedido de aposentadoria sem considerar as consequências.
O problema é que, dependendo do tempo de contribuição e da regra escolhida, esperar alguns meses pode representar um benefício significativamente maior. Após a Reforma, o fator previdenciário foi excluído, e novas regras passaram a valer — o que torna o planejamento ainda mais estratégico.
4. Ignorar pendências no CNIS
O seu histórico de contribuições (CNIS) é a base do cálculo do INSS. Qualquer erro pode causar:
Indeferimento do pedido;
Concessão com valor inferior ao devido.
Hoje, o INSS utiliza inteligência artificial para analisar os pedidos, e qualquer inconsistência pode gerar problemas. Fique atento a siglas como "pendência de extemporaneidade", entre outras, que indicam necessidade de regularização.
Como evitar esses erros?
A resposta é simples: planejamento previdenciário.
Com um bom planejamento, feito por um advogado especializado, você terá:
Análise completa do seu histórico contributivo;
Verificação de documentos e pendências;
Indicação da melhor regra para se aposentar;
Previsão do valor estimado do benefício.
A aposentadoria é uma conquista. Garanta que ela venha no melhor momento, com segurança, estratégia e tranquilidade.
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Se ainda tem alguma dúvida, podemos ajudar! Fale com nossa advogada! Pode telefonar, enviar um e-mail ou chamar no Whatsapp:
Jerusa Prestes - OAB/RS 86.047
Advogada especialista em Direito Previdenciário
Um abraço e até a próxima!
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