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Imagine a seguinte cena:
João, brasileiro, 60 anos, vive há 20 nos EUA. Passou metade da vida contribuindo com o INSS no Brasil e agora, nos Estados Unidos, também paga impostos ao Social Security. Quando pensa na aposentadoria, surge a dúvida:
“E agora? Perdi tudo o que contribuí no Brasil?”
A resposta surpreende muita gente: não, ele não perdeu. E nem você precisa perder.
Desde 1º de outubro de 2018, está em vigor o Acordo de Previdência Social entre Brasil e Estados Unidos, que permite somar os períodos de contribuição nos dois países para obter aposentadoria, pensão por morte ou por invalidez.
O acordo funciona como uma ponte entre os dois sistemas previdenciários — o INSS no Brasil e o Social Security Administration (SSA) nos EUA.
Se você contribuiu alguns anos no Brasil e depois passou a viver legalmente nos Estados Unidos, ou vice-versa, os dois países reconhecem mutuamente os períodos de contribuição. Isso significa:
✅ Você pode se aposentar somando o tempo de trabalho nos dois países.
✅ Cada país paga a parte proporcional ao tempo em que você contribuiu.
✅ Você pode até receber dois benefícios, um em cada país, se atingir os requisitos separadamente.
O acordo cobre apenas benefícios de longo prazo, ou seja, os mais relevantes para quem pensa em se aposentar ou proteger a família.
✔️ Aposentadoria por idade
✔️ Aposentadoria por invalidez
✔️ Pensão por morte
✔️ Old-Age (aposentadoria por idade)
✔️ Disability (aposentadoria por invalidez)
✔️ Survivors (pensão por morte)
❌ Auxílio-doença
❌ Salário-maternidade
❌ Seguro-desemprego
❌ Benefícios assistenciais (como o BPC no Brasil e SSI nos EUA)
❌ Medicare
📌 Resumo prático: O acordo é exclusivo para benefícios contributivos de longo prazo.
Para se beneficiar do acordo e receber qualquer valor do Social Security americano, é necessário ter contribuído por no mínimo 6 trimestres (18 meses) nos EUA.
Esse é o tempo mínimo para que você possa “ativar” o direito à totalização e receber algo proporcional ao que pagou lá.
❗ Importante: para receber uma aposentadoria integral americana, o ideal seria ter contribuído por 40 trimestres (10 anos). O acordo ajuda quem não atingiu esse tempo total, mas cumpriu o mínimo e pode somar com o tempo do Brasil.
Embora o acordo permita somar os períodos de contribuição dos dois países, isso não garante que o valor do benefício será maior.
Na prática, como cada país paga apenas a parte proporcional ao tempo de contribuição em seu território, pode acontecer do benefício totalizado ser inferior ao que você teria se contribuísse o tempo completo em apenas um dos sistemas.
Ou seja: totalizar não significa unificar nem elevar o valor — é apenas uma forma de acesso ao direito.
Por isso, o planejamento previdenciário internacional é fundamental.
Cada situação é única. O tempo, o tipo de vínculo (empregado, autônomo, servidor público, etc.), os valores contribuídos e até mesmo os tratados internacionais que se aplicam podem alterar drasticamente o cenário.
📊 Com uma boa análise, é possível:
Saber se vale mais a pena somar ou manter os vínculos separados
Antecipar cenários de valor de benefício
Evitar perdas financeiras e tributárias no futuro
Definir a melhor estratégia de onde e como se aposentar
✅ O acordo Brasil-EUA permite somar contribuições dos dois países
✅ Precisa ter pelo menos 6 trimestres de contribuição nos EUA
✅ Cada país paga sua parte proporcional
✅ Nem sempre totalizar períodos é a opção mais vantajosa
✅ Planejar com antecedência é o caminho mais seguro para uma aposentadoria tranquila
✈️ Você construiu sua vida em dois países. Sua aposentadoria também pode atravessar fronteiras — mas não deve ser decidida no escuro.
Quanto antes você planejar, melhor será sua vantagem financeira, sua tranquilidade e o seu futuro.
Conte com a gente.
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Porque no fim das contas... não se trata só de se aposentar. Trata-se de se aposentar com dignidade.
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